sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Cinematemática: A Matemática do espaço.

          O vídeo Geometria: A Matemática do espaço, faz parte de uma série de vídeos do programa Gestão da Aprendizagem Escolar,  Gestar II, que traz uma nova proposta de ensino para professores.
          Neste episódio, será  apresentado vários objetos e edificações em diversas cidades do país e do mundo, destacando suas formas e ângulos. O filme apresenta também uma ideia de como trabalhar o conteúdo de poliedros em sala, de uma maneira investigativa e construtiva. É um excelente recurso para o professor trabalhar de forma contextualizada o mundo geométrico da Matemática, fazendo com que este aprendizado tenha um significado para os alunos. Uma boa aula, e bom estudo!!!

         Pessoal, não consegui inserir o vídeo, estou postando um link de acesso, é só clicar e baixar o vídeo. Assim que conseguir postar o vídeo, mudarei a postagem!!!




 

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Dia das crianças

             Olá pessoal, estou postando para vocês algumas dicas de presentes para ser dado para nossas crianças neste dia tão especial, e é claro que a dica são jogos, jogos super interessantes e divertidos, para todas as crianças.
             Todos eles têm a intenção de prover o lúdico, mais em especial de desenvolver o raciocínio lógico, a atividade em grupo e o instinto investigativo. Por isso, eles são ótimos também para serem adaptados e utilizados em nossas aulas, não só de Matemática, mas também nas demais disciplinas. Um grande abraço, boas compras e bom divertimento!!!

Jogo: "Cilada" - Estrela

         Ao todo são 50 quebra-cabeças diferentes que podem vencer você! Escolha um dos quebra-cabeças e vá tentando encaixar suas peças. No começo é fácil, mas depois...cuidado! Use todo seu raciocínio, senão, você vai cair numa Cilada! Vá encaixando as peças sobre as formas correspondentes no tabuleiro, em qualquer ordem. Para vencer a Cilada, você tem que encaixar todas as peças do quebra-cabeças que você escolheu. Indicado para crianças a partir de 6 anos. O jogo lembra um pouco a ideia do Tangram (como jogo) e ao Pentaminós, diferindo deste último porque as peças possuiriam, no centro, cruzes, círculos e quadrados.


Jogo: "Hora do rush" - Big Star

         O Jogo Hora do Rush além de um jogo educativo é garantia de diversão. No jogo Hora do Rush, você terá que sair de um congestionamento, onde todos os seu movimentos são limitados pelos outros carros. Neste jogo as crian~ças terão que colocar toda a sua concentração e principalmente o  raciocínio lógico. 

            


Jogo: "Quadro a Quadro" - Estrela

         Quebre a cabeça neste jogo de raciocínio e agilidade. Sorteie uma seqüência no cubo e tente formá-la antes do seu adversário, tudo isso apenas deslizando as peças no tabuleiro.




Jogo: "Sudoku Júnior Turma da Mônica" - Grow

          Sudoku Júnior Turma da Mônica é um jogo de raciocínio e lógica. Simples, divertido e para jogar não é preciso fazer contas. Sudoku é uma palavra japonesa que quer dizer, número único. Para jogar, é preciso preencher as casas do tabuleiro com as fichas dos personagens da Turma da Mônica, sem repeti-los nas linhas, nas colunas ou nos quadrantes. São 50 desafios diferentes!








quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Jogo: "Calcplus"

       A pedido de alguns colegas, estou o postando um dos jogos que foram utilizados em nosso 2º encontro de professores de Matemática. Vocês também podem encontrar este jogo na coleção "Tudo é Matemática", do professor Luiz Roberto Dante. Não esqueçam, antes de apresentar a turma, façam um estudo do jogo, sempre planejando o que pretende com ele no aprendizado de seus alunos!!

Material: 3 dados, 60 marcadores (30 de uma cor e 30 de outra) e tabuleiro.
Número de jogadores: 2, 4 ou 6 pessoas.
Regras do jogo:

- Se o jogo for com 2 jogadores, cada um recebe 30 marcadores.
- Se o jogo for com 4 ou 6 jogadores, formam-se duas duplas ou dois trios. Cada dupla ou trio também recebe 30 marcadores de um só tipo.
- Cada jogador deverá jogar os três dados e fazer uma operação matemática com os números obtidos na sua jogada. Exemplo: 2, 3 e 1→ 2 + 3 – 1= 4 ou 2 + 1 x 3 = 5.
- O jogador marcará no tabuleiro o número resultante do cálculo feito. E passa a vez ao seguinte.
- Ganha quem conseguir marcar 5 números juntos e em linha reta.
- Se ninguém conseguir, vence quem tiver obtido o maior número na soma de seus resultados.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Jogos no ensino da Matemática

          Olá pessoal, estou iniciando uma nova proposta no nosso blog, estarei postando para vocês alguns textos relacionados à Educação Matemática, e para começar segue esse pequeno texto sobre a utilização de jogos no ensino da Matemática, uma boa leitura!!!



Jogos no ensino da Matemática

          Muitas vezes pensamos que a melhor forma de contribuir para analisar e transformar o processo de ensino e aprendizagem seria descobrir uma fórmula que acabasse com o desinteresse, a falta de concentração, a indisciplina e as dificuldades de aprendizagem. No entanto, o que tem sido mais significativo, nos últimos anos, não é encontrar fórmulas precisas, porque não existem, nem ficar defendendo projetos com mudanças radicais, geralmente de difícil concretização.
         Se é difícil modificar o todo, há muito o que fazer em cada parte: o desafio é atuar com criatividade e responsabilidade, saindo do discurso queixoso e paralisado, descobrindo formas mais interessantes de lidar com a realidade. Se não há variedade de material, vamos inventar diferentes situações com lápis e papel ou lousa e giz como recursos; se o currículo é pré-determinado, vamos buscar caminhos que desafiem os alunos a vivenciar situações que tratem de conteúdos essenciais à aprendizagem. Esses, em geral, têm efeito multiplicador, o que poderá garantir a autonomia de pensamento e fornecer condições suficientes para o aluno interpretar um texto ou fazer uma conta. Se um dia ele aprendeu a aprender, esta atitude torna-se uma “propriedade” que ninguém pode tirar dele, tem efeito irreversível.

O jogo no contexto pedagógico

        O jogo é uma atividade em que o elemento considerado mais importante é o envolvimento do indivíduo que brinca, e não algum produto valorizado extrinsecamente.
        Para Piaget, por meio de uma atividade lúdica, a criança assimila ou interpreta a realidade a si própria, atribuindo, então, ao jogo um valor educacional muito grande. Nesse sentido, propõe-se que a escola possibilite um instrumento à escola para que, por meio de jogos, ela assimile as realidades intelectuais, a fim de que estas mesmas realidades não permaneçam exteriores à sua inteligência.
       Uma área de ensino que tem voltado à questão do jogo é a matemática. No entanto, ainda é comum a ênfase nos materiais concretos e no material estruturado como recursos didáticos.
       Aos poucos, porém, foi se tomando consciência de que ensinar matemática envolve variáveis que transcendem ao simples ato de transmitir conhecimentos. Deve-se esta conscientização aos teóricos como Piaget, Brun er, Dienes, Vigotsky, que contribuíram para uma perspectiva nova do trabalho pedagógico, lançando bases teóricas para uma nova visão de escola e particularmente do jogo, como um possível elemento pedagógico.
       Segundo Moura (1990), a perspectiva do jogo na educação matemática não significa ser a “matemática transmitida de brincadeira”, mas a “brincadeira que evolui até o conteúdo sistematizado”.
       Para Piaget, os jogos podem ser estruturados, basicamente, segundo três formas de assimilação: exercício, símbolo e regra.
       Nos jogos de exercício, a forma de assimilação é funcional ou repetitiva tendo por consequência, para o desenvolvimento da criança, a formação de hábitos.
       Os jogos simbólicos vêm depois dos jogos de exercício, caracterizam-se pelo seu valor analógico. Trata-se de repetir como conteúdo, o que a criança assimilou em seus jogos de exercício ou aplicar como forma de conteúdo, as formas de esquemas de ação que assimilou em seus jogos de exercício.
       Os jogos de regra têm como original e próprio, seu caráter coletivo. Os jogadores sempre dependem um do outro passando-nos uma ideia de assimilação recíproca pelo sentido de coletividade e de regularidade intencionalmente consentida ou buscada. Esses jogos são caracterizados por uma atividade que propõe ao sujeito uma situação-problema (objetivo do jogo), um resultado em função desse objetivo e um conjunto de regras.
       Os jogos são instrumentos para exercitar e estimular um agir-pensar com lógica e critério, condições para jogar bem e ter um bom desempenho escolar. Assim, a atividade de jogar, se bem orientada, tem papel importante no desenvolvimento de habilidades de raciocínio, bem como organização, atenção e concentração, tão necessárias para o aprendizado, em especial em Matemática e para resolução de problemas em geral.


O papel do professor


        Para um trabalho sistemático com jogos é necessário que os mesmos sejam escolhidos e trabalhados com o intuito de fazer o aluno ultrapassar a fase de mera tentativa e erro, ou jogar pela diversão apenas. Por isso, é essencial a escolha de uma metodologia de trabalho que permita a exploração do potencial dos jogos no desenvolvimento de todas as habilidades (raciocínio lógico e intuitivo), o que pode ser feito por meio da metodologia de resolução de problemas. Neste método, cada hipótese/estratégia formulada, ou seja, cada jogada desencadeia uma série de questionamentos como: Essa é a única jogada possível? Se houver alternativas, qual escolher e porque escolher esta ou aquela? Terminado o problema ou a jogada, quais os erros e porque foram cometidos? Ainda é possível resolver o problema ou vencer o jogo, se forem mudados os dados ou as regras?
        No inicio, a tarefa de questionar é do professor, com o tempo é de esperar que os alunos também o façam.
        Um aspecto importante para incrementar as discussões sobre as estratégias é o registro das jogadas, tanto as eficientes como as frustradas. Tendo em mãos a história dos lances experimentados, torna-se mais fácil a análise do jogo.
        É claro que, quando usamos o jogo na sala de aula, o barulho é inevitável, pois só através de discussões é possível chegar-se a resultados convincentes. É preciso encarar esse barulho de uma forma construtiva, sem ele, dificilmente, há clima ou motivação para o jogo. É importante o hábito do trabalho em grupo, uma vez que o barulho diminui se os alunos estiverem acostumados a se organizar em equipes. Através do diálogo, com trocas de componentes das equipes e, principalmente, enfatizando a importância de opiniões contrárias para descobertas de estratégias vencedoras, conseguimos resultados positivos. Vale ressaltar que o sucesso não é imediato e o professor deve ter paciência para colher os frutos desse trabalho.
        O educador continua indispensável, é ele quem cria as situações e arma os dispositivos iniciais capazes de suscitar problemas úteis à criança, e para organizar, em seguida, contra-exemplos que levem à reflexão e obriguem ao controle das soluções apressadas. Assim, um cuidado metodológico que o professor deve considerar antes de levar os jogos para a sala de aula, é o de estudar cada jogo antes, o que só é possível jogando. Através da exploração e análise de suas jogadas e da reflexão sobre seus erros e acertos é que o professor terá condições de colocar questões que irão auxiliar seus alunos e ter noção das dificuldades que irão encontrar.
        O papel do professor é fundamental em sala de aula, é ele quem dá o “tom” do desafio proposto, ele deve ser o líder da situação, saber gerenciar o que acontece, tornando o meio o mais favorável possível, desencadeando reflexões e descobertas. É o professor que tem influência decisiva sobre o desenvolvimento do aluno e suas atitudes vão interferir fortemente na relação que ele irá estabelecer com o conhecimento.

(Hélia Matiko Yano Kodama – Cadernos de formação- São José do Rio Preto/ UNESP)

domingo, 12 de setembro de 2010

Cinematemática: "Os massinhas"

         Que tal enriquecer suas aulas sobre Educação Fiscal?
         Não podemos esquecer que um dos nossos objetivos com as nossas aulas sobre Educação Fiscal é preparar o contribuinte do futuro, nossas crianças, assim, estou postando para vocês "Os massinhas" um curta produzido pelo SINAFRESP - Sindicato dos Agentes Fiscais de Renda com parceria da ESAF - Escola Fazendária, que fala sobre a importância dos tributos para que o Estado possa servir e prestar bons serviços para a população. Assista e boa aula!!!

Episódio nº 01: "Educação Fiscal"

 



Episódio nº 02: "Documento Fiscal"






Episódio nº 03: "Com ou sem nota"



Sugestões de Leitura

  • Almanaque das Curiosidades Matemáticas - Ian Stewart, Editora Zahar.
  • Jogos e Atividades de Matemática do Mundo Inteiro - Cláudia Zaslavsky, Editora Artmed.
  • O diabo dos números - Hans Magnus Enzensberger, Cia Das Letras.
  • O teorema do Papagaio - Denis Guedj, Cia Das Letras.